Dicas e cuidados para manter os seios firmes e no lugar certo durante o balanço da corrida
Para cima e para baixo. De um lado, para o outro. Mexe aqui chacoalha acolá. Esses são os movimentos dos seus seios enquanto você está correndo. A conseqüência desse vai-e-vem? Se durante os treinos e provas você tomar os devidos cuidados, nenhuma. Do contrário, além da gravidade, eles irão sofrer com a ação do esporte e podem ficar "caidinhos".
O assunto é tão sério que foi objeto de estudo de uma pesquisa realizada pela Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. A professora de biomecânica Joanna Scurr, autora do levantamento, avaliou a movimentação dos seios durante a corrida e seus efeitos. O resultado mostrou que a oscilação é grande e pode chegar a 21 centímetros, o que pode prejudicar sua saúde e atrapalhar seu desempenho. E isso vale para todos os tamanhos de seios.
Mas, mantenha a calma! Não precisa jogar fora a planilha de treinos nem se desfazer de todos os seus pares de tênis porque, felizmente, você pode evitar o problema. Segundo Edgar Navarro, mastologista e ginecologista do Hospital São Luiz, na capital paulista, se você começar a correr e usar os mecanismos de proteção adequados desde o começo não sofrerá esse efeito negativo.
"Mulheres acima dos 45 anos têm uma tendência natural à queda da mama, devido às alterações de temperatura nessa região, à perda de elastina, substituição gordurosa da mama e afrouxamento dos ligamentos internos; se já amamentaram, a tendência aumenta. Se não houver uma proteção contra o balanço provocado pela corrida, inevitavelmente o esporte agravará a queda mamária", explica.
O QUE VOCÊ PODE FAZER. Usar sutiãs comuns, que não conseguem sustentar adequadamente os seios durante o impacto da corrida, pode acarretar resultados preocupantes, como lesões na coluna, dores musculares e desconforto durante e depois do treinamento. De acordo com a pesquisa da inglesa Joanna Scurr, o uso de tops feitos especialmente para a prática de esportes pode reduzir em até 80% esses efeitos, desde que sejam escolhidos de acordo com o seu biotipo e os seus objetivos técnicos.
Então, além de usar um bom tênis, que ajuda a absorver o choque com o piso, fortalecer o peitoral com exercícios localizados e fazer alongamento, a dica é optar por tops justos ou sutiãs apropriados. "Embora totalmente antiestéticos, o ideal seria o uso do sutiã cirúrgico (para pós-operatórios de mama), que tem base e alças largas, feitas com tecidos de alta compressão, como poliamida e elastano. Na sua ausência, o modelo deve ter alças e laterais largos e ser, principalmente, bem ajustado. Essa é a principal dica para as corredoras", indica o mastologista Navarro.
A jornalista e coordenadora de mar¬keting Julianna Antunes, que corre há 10 meses e participa de provas regularmente, conta que nunca sentiu incômodos durante a corrida. "Acredito que correr sem nada ou com o top muito largo, realmente pode levar os seios a caírem. Mas, se usar o top certo, o mito de que correr deixa os seios flácidos não passa de lenda."
Sobre a escolha dos tops, Julianna diz que já experimentou diversas marcas e modelos e revela que, para ela, "o top ideal é aquele que não permite que os seios balancem, mas que também não aperte muito". "Por exemplo, aqueles tops retos eu não uso de jeito nenhum. Sei que algumas mulheres preferem tops que apertam, mas eles dificultam a minha respiração, especialmente quando o treino está chegando ao fim, o cansaço vai batendo e a respiração fica mais ofegante", explica a jornalista.
Já a repórter da CR Nanna Pretto, que está amamentado, também experimentou alguns modelos de tops quando decidiu retornar à corrida. A solução, já que além do peso natural dos seios, existe um volume extra gerado pelo leite materno, foi usar dois tops, um por cima do outro. Assim o reforço está garantido. "Também procuro dar de mamar ao meu bebê antes de sair para correr, para deixar os seios bem vazios, assim pesa menos. Ou extraio com a bombinha de tirar leite. Dessa forma nem lembro que estou amamentando".
Em relação ao tamanho, segundo Edgar Navarro, quanto maior os seios, maior a ação de "chicote", que ocorre por conta do peso, da ação gravitacional e também do aumento da resistência do ar. "Dessa forma, num primeiro instante, a atleta que tem seios grandes pode ter um desempenho pior, mas com treinamento adequado e orientação profissional ela poderá compensar esse aspecto. Isso porque a corrida não depende somente desses fatores. Há outros quesitos muito importantes, como resistência, força muscular, capacidade cardiovascular e respiratória."
O mastologista ainda enfatiza os benefícios que a corrida oferece para os seios. "Como todo exercício executado de forma contínua e regular, correr é extremamente positivo para algumas doenças benignas da mama, tanto na prevenção como no tratamento. É o caso das alterações fibrocísticas benignas (antiga displasia mamária), além de, junto com a dieta e os fatores reprodutivos, auxiliar na prevenção do câncer de mama", conclui Navarro.
CORRENDO COM SILICONE. A personal trainer, Mariana Dib, que também apresenta o programa "Em Forma", da Rede Brasil, aderiu ao silicone em 2003, quando colocou próteses de 280 ml em cada seio. Ela conta que já corria antes da cirurgia e não sentiu nenhuma diferença ao voltar para as ruas de seios novos e maiores.
"Não procurei nenhum médico antes de correr, mas só voltei a praticar atividade física depois que o médico me liberou", lembra. Mariana diz que deixou a corrida de lado até que a prótese estivesse completamente cicatrizada e adaptada ao organismo. "Durante a corrida costumo usar um top que dá muita sustentação, que segura mesmo". "Eu acho que, se colocar silicone for uma coisa que a mulher tem muita vontade de fazer, vale a pena qualquer negócio. Hoje em dia, nem lembro mais que tenho prótese", comemora.
Para o cirurgião plástico Ivan Abadesso, titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, essa é exatamente a sensação da mulher que adere ao silicone, acrescentando que o implante não representa nenhum incômodo para as corredoras.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Dia do Profissional de Educação Física
A Educação Física muda sempre, cresce constantemente, evolui rapidamente. Ela quer mexer não só com o corpo, mas com a cabeça das pessoas.
A Educação Física quer entrar na vida das pessoas de uma vez por todas. Ela quer abrir os olhos das pessoas para as atitudes facilitadoras do bem-estar. É preventiva e remediadora. Ela ensina a fortalecer para não fraquejar, alongar para ser flexível, trabalhar a respiração para poder persistir. Ela vira você de cabeça para baixo e pernas para o ar para que você veja o mundo de outro ângulo. Ela põe você diante de um adversário para que você aprenda a vencê-lo e entenda o porquê das derrotas. Ela o desafia para que você vá até onde não sabia que era possível. E você descobre que suas pernas têm autonomia e força para alcançar seus sonhos.
Educação Física é autoconhecimento. É o aprendizado do corpo: você aprendendo sobre ele e com ele, ao longo da vida. O caminho mais prazeroso para a mudança de comportamento na direção do bem-estar e da felicidade plena.
Vamos em frente!
1° de Setembro – Dia do Profissional de Educação Física
Parabéns a todos!!!
Professora Luciana Nobre
A Educação Física quer entrar na vida das pessoas de uma vez por todas. Ela quer abrir os olhos das pessoas para as atitudes facilitadoras do bem-estar. É preventiva e remediadora. Ela ensina a fortalecer para não fraquejar, alongar para ser flexível, trabalhar a respiração para poder persistir. Ela vira você de cabeça para baixo e pernas para o ar para que você veja o mundo de outro ângulo. Ela põe você diante de um adversário para que você aprenda a vencê-lo e entenda o porquê das derrotas. Ela o desafia para que você vá até onde não sabia que era possível. E você descobre que suas pernas têm autonomia e força para alcançar seus sonhos.
Educação Física é autoconhecimento. É o aprendizado do corpo: você aprendendo sobre ele e com ele, ao longo da vida. O caminho mais prazeroso para a mudança de comportamento na direção do bem-estar e da felicidade plena.
Vamos em frente!
1° de Setembro – Dia do Profissional de Educação Física
Parabéns a todos!!!
Professora Luciana Nobre
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Corrida Duque de Caxias em Jacobina

Jacobina recebeu neste domingo, dia 29 de agosto de 2010, a 25ª Corrida Duque de Caxias. A prova realizada pelas ruas da cidade, e contou com a presença de milhares de corredores para a disputa dos percursos de 5 km e 10 km. Com largada às 8h para os 10km e 8h e 30min para os 5km, o tempo seco e quente atrapalhou um pouco, afetando um pouco a performance dos participantes.
O percurso foi reto, sem subidas e descidas isso facilitou um pouco para os corredores exaltou a Professora de educação física Luciana Nobre.
Desafio é o que importa
Impressionada com os desafios que a corrida poderia proporcionar, a professora Luciana Nobre começou a sua paixão pela atividade física e aeróbia.
“A corrida tem muitos desafios, o que me deixa bastante motivada para continuar a correr. Procurar cumprir suas metas e recriá-las conforme o avanço é bem prazeroso”, disse a professora de 40 anos, sendo 15 deles de muita corrida.
Mas nem tudo são flores. Luciana sofreu com o sol e o tempo seco logo de manhã. “Logo às 8h o tempo já estava quente e com baixa umidade. Esse tipo de clima só dificulta a pratica da corrida”, exaltou.
Amor a primeira vista
Mesmo correndo há pouco tempo, Laudiceia não teve dúvida sobre sua paixão pela atividade física. A Corrida Duque de Caxias foi sua primeira competição após emagrecer 32 kg, mas tudo com o mesmo propósito: correr e correr bem.
“Mesmo com pouco tempo de passadas já sinto algo diferente. Comecei querendo emagrecer, mas não imaginava o quanto eu poderia gostar do esporte”, disse Laudiceia aluna da professora Luciana Nobre.
Quando perguntado sobre sua nova experiência, Laudiceia fala “ Foi uma nova influência na minha rotina e já virou um vício pra mim”.
Parabéns Laudiceia pela sua persistência e determinação !!!! Sua personal trainner Luciana Nobre
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
IMPORTANTE DICA AOS CORREDORES
O sódio é um nutriente essencial ao bom funcionamento do nosso organismo. Este mineral auxilia na manutenção de nossa pressão arterial e é também imprescindível à função normal de nossos músculos e nervos. A necessidade para adultos sedentários ou que praticam atividade física leve é de 2000 mg por dia, porém indivíduos ativos, principalmente aqueles que praticam atividades com duração superior a uma hora devem consumir maiores quantidades de sódio para evitar a hiponatremia (queda da quantidade de sódio no sangue).
Em maratonistas, a hiponatremia é geralmente dilucional, ou seja, causada pelo excesso de água no sangue. Isto ocorre já que corredores de longa distância possuem mais tempo e mais oportunidades para ingerir líquidos em quantidades excessivas. Os sintomas da hiponatremia às vezes são imperceptíveis, porém o comum é que evoluam causando distensão abdominal, náusea, fadiga, vômitos, dores de cabeça, desorientação, e até complicações mais graves como a parada respiratória, coma, danos cerebrais e morte.
Como prevenir a hiponatremia?
Treinando. Atletas bem treinados apresentam um menor risco para a hiponatremia, já que, além de conhecerem melhor seus corpos e seus limites, costumam correr mais rápido, ingerindo menos líquidos do que os corredores mais lentos. Além disso, quanto mais treinado o atleta, melhor é sua adaptação ao calor, ao estresse e menor é sua perda de sódio no suor.
Hidratando-se adequadamente. Evite ingerir apenas água em provas longas. O ideal é consumir bebidas isotônicas, que contenham pelo menos 0,5 a 0,7 g de sódio por litro de solução. Em provas longas é importante ingerir também alguma fonte de carboidrato para manter a concentração de glicose sanguínea em níveis ótimos. Busque soluções que contenham também sódio. A maioria dos géis de carboidratos contém cerca de 55 mg de sódio a cada 40 g
Ajustando. Como cada pessoa perde uma quantidade diferente de água e sais minerais, já que esta perda varia de acordo com o treino, o peso, o sexo, a temperatura e a umidade do ambiente, o ideal é descobrir qual é a quantidade de água geralmente perdida durante os treinos. Para isso deve-se pesar antes e depois da corrida. Além disso, como a quantidade de sódio perdida no suor não é igual de indivíduo para indivíduo, estes ajustes devem ser feitos preferencialmente nos dias dos treinos. Se achar complicado peça ajuda a um treinador, médico ou nutricionista. A não reposição de líquidos costuma ser menos grave do que a não reposição de sódio.
As bebidas isotônicas nem sempre repõem todo o sódio perdido. Se você transpira muito ou se o seu suor é muito salgado, seja mais cauteloso. As principais marcas disponíveis no mercado fornecem cerca de 440 mg de sódio por litro. Como a cada quilo de peso perdido você precisa repor entre 700 e 1000 mg de sódio e mais o equivalente em líquido, o isotônico precisará ser complementado com outras fontes de sódio, ou seja, para um quilograma perdido, você deverá ingerir 1 litro do isotônico, que fornece 440 mg de sódio. Se você tiver ingerido um sachê de 40g de maltodextrina, terá consumido também mais 55 mg de sódio. Portanto, 440 + 55 = 495 mg.
Para atingir pelo menos os 700 mg mínimos que deveriam ser repostos ainda faltam 205 mg de sódio. Veja abaixo, algumas opções para essa complementação.
Opções de sal extra
3 biscoitos salgados
0,5 g de sal (1/2 sachê)
35 g de pão francês
1,5 fatia de pão de forma
50 g de queijo muzzarela
65 g barra energética (varia de acordo com a marca)
1 unidade dos suplementos Thermolabs, Saltstick,
Lavasalts ou Endurolytes
Em maratonistas, a hiponatremia é geralmente dilucional, ou seja, causada pelo excesso de água no sangue. Isto ocorre já que corredores de longa distância possuem mais tempo e mais oportunidades para ingerir líquidos em quantidades excessivas. Os sintomas da hiponatremia às vezes são imperceptíveis, porém o comum é que evoluam causando distensão abdominal, náusea, fadiga, vômitos, dores de cabeça, desorientação, e até complicações mais graves como a parada respiratória, coma, danos cerebrais e morte.
Como prevenir a hiponatremia?
Treinando. Atletas bem treinados apresentam um menor risco para a hiponatremia, já que, além de conhecerem melhor seus corpos e seus limites, costumam correr mais rápido, ingerindo menos líquidos do que os corredores mais lentos. Além disso, quanto mais treinado o atleta, melhor é sua adaptação ao calor, ao estresse e menor é sua perda de sódio no suor.
Hidratando-se adequadamente. Evite ingerir apenas água em provas longas. O ideal é consumir bebidas isotônicas, que contenham pelo menos 0,5 a 0,7 g de sódio por litro de solução. Em provas longas é importante ingerir também alguma fonte de carboidrato para manter a concentração de glicose sanguínea em níveis ótimos. Busque soluções que contenham também sódio. A maioria dos géis de carboidratos contém cerca de 55 mg de sódio a cada 40 g
Ajustando. Como cada pessoa perde uma quantidade diferente de água e sais minerais, já que esta perda varia de acordo com o treino, o peso, o sexo, a temperatura e a umidade do ambiente, o ideal é descobrir qual é a quantidade de água geralmente perdida durante os treinos. Para isso deve-se pesar antes e depois da corrida. Além disso, como a quantidade de sódio perdida no suor não é igual de indivíduo para indivíduo, estes ajustes devem ser feitos preferencialmente nos dias dos treinos. Se achar complicado peça ajuda a um treinador, médico ou nutricionista. A não reposição de líquidos costuma ser menos grave do que a não reposição de sódio.
As bebidas isotônicas nem sempre repõem todo o sódio perdido. Se você transpira muito ou se o seu suor é muito salgado, seja mais cauteloso. As principais marcas disponíveis no mercado fornecem cerca de 440 mg de sódio por litro. Como a cada quilo de peso perdido você precisa repor entre 700 e 1000 mg de sódio e mais o equivalente em líquido, o isotônico precisará ser complementado com outras fontes de sódio, ou seja, para um quilograma perdido, você deverá ingerir 1 litro do isotônico, que fornece 440 mg de sódio. Se você tiver ingerido um sachê de 40g de maltodextrina, terá consumido também mais 55 mg de sódio. Portanto, 440 + 55 = 495 mg.
Para atingir pelo menos os 700 mg mínimos que deveriam ser repostos ainda faltam 205 mg de sódio. Veja abaixo, algumas opções para essa complementação.
Opções de sal extra
3 biscoitos salgados
0,5 g de sal (1/2 sachê)
35 g de pão francês
1,5 fatia de pão de forma
50 g de queijo muzzarela
65 g barra energética (varia de acordo com a marca)
1 unidade dos suplementos Thermolabs, Saltstick,
Lavasalts ou Endurolytes
domingo, 22 de agosto de 2010
10 erros comuns antes da prova
1) NÃO PROCURAR SE INFORMAR SOBRE A CORRIDA. Ao contrário de anos atrás, quando se ia para uma prova sem muitas informações, e as surpresas aconteciam, atualmente o corredor tem facilidade para saber sobre os eventos, através de publicações e pelos inúmeros sites voltados ao segmento. A CR procura cumprir esse papel e está sempre disponível para esclarecer dúvidas sobre provas não apenas no Brasil, como também do exterior.
2) NÃO DESCANSAR O SUFICIENTE NA SEMANA. Apesar de existir toda uma teoria sobre treinamento, envolvendo várias fases de preparação, na prática sabe-se que a maioria dos corredores não realiza um planejamento de médio e longo prazo, com exceção, talvez, quando se tem em vista uma maratona ou um evento semelhante. Dessa forma, se a prova é de 10 km ou uma meia-maratona, o que se faz é realizar treinos mais rápidos e mais curtos ou um pouco mais longos e não tão fortes, para essas duas situações citadas como exemplo. Não é nada "científica" tal preparação, mas é corriqueira, porque acaba funcionando de alguma forma. Só que muitos costumam manter ou até intensificar os treinos na semana da prova, para não perder condicionamento, o que geralmente é um erro, pois se vai chegar na competição não devidamente descansado. Uma regra que os mais experientes logo constatam é a seguinte: treinos excelentes durante a semana, prova ruim no fim de semana. Portanto, para a próxima competição, opte por fazer a última semana leve, mesmo porque está provado que não se perde condicionamento em alguns poucos dias de descanso.
3) FAZER UM CAFÉ DA MANHÃ DIFERENTE DO HABITUAL. Esta recomendação está em todos os lugares e já é um lugar comum. Mas ao contrário de outras que vem sendo contestadas ou colocadas em dúvida (pela Contra-Relógio), como a necessidade de alongamento imediatamente antes de começar a correr ou a recomendação para se beber um copo d´água a cada 20 minutos, esta continua valendo e deve ser seguida, para que não se tenha surpresa antes da largada ou durante a prova. Com o agravante que banheiros costumam estar sempre cheios na área da concentração e raramente são encontrados no percurso...
4) USAR ROUPA OU TÊNIS NOVO. Outro alerta que se lê em todos os sites, revistas etc, mas curiosamente não costuma ser levado em conta por grande parte dos corredores, seja porque o desejo de estrear algo novo bate mais forte, ou porque não se considera tal recomendação como muito importante. É verdade que hoje em dia a vestimenta para a prática da corrida é algo especializado para dar o maior conforto possível ao esportista, assim como os tênis parecem que já vem "pré-amaciados", tal a qualidade que apresentam. Mas, mesmo assim, não vale a pena correr o risco de sofrer um incômodo durante a prova, por conta da roupa ou do calçado, recomendação válida especialmente para as mais longas, onde o problema tem mais chance de aparecer.
5) IR PARA A PROVA, COM POUCA ANTECEDÊNCIA E NÃO SABENDO PRECISAMENTE O LOCAL. Em várias cidades os participantes já conhecem bem onde as corridas costumam acontecer, mas não se pode esquecer que mudanças de trânsito, até por conta do evento, são sempre possíveis de ocorrer, daí este alerta, que merece especial atenção quando se trata de provas em outras cidades. Só quem já chegou atrasado para uma largada sabe o quanto é desagradável. Efetivamente, não é uma experiência que valha a pena passar.
6) NÃO PASSAR VASELINA. OUTRA RECOMENDAÇÃO CONHECIDA E MUITAS VEZES ESQUECIDA. Ela é indicada notadamente para os dias mais frios, para os corredores mais pesados e quando da participação em percursos longos. Além dos mamilos, sugere-se passar vaselina também entre coxas e na parte genital. Alguns gostam de usar o produto nos pés, igualmente para evitar assaduras, mas é necessário atenção para não exagerar, para que os pés não fiquem "dançando" na meia/tênis.
7) ALONGAR POR MUITO TEMPO. Este hábito já está arraigado entre inúmeros corredores, ainda mais que várias são as provas que fazem uma seção de alongamento pouco antes do tiro de largada. Como a revista mostrou em edições anteriores, esse "puxa-estica" imediatamente antes de começar a correr não traz qualquer ajuda (para evitar lesões ou para correr melhor) e pode até prejudicar a performance. O indicado é que se faça um simples aquecimento, através de trote, ou que se comece sem forçar, para ir acostumando a musculatura.
8) FICAR BEBENDO BASTANTE LÍQUIDO ANTES DA LARGADA. Da mesma forma que os alongamentos antes do começo de uma corrida, a falta do que fazer leva muita gente a ocupar o tempo ingerindo líquidos, para começar a prova "bem hidratado". O problema é que as pessoas exageram, e o resultado é a necessidade de parar no percurso, mesmo que a distância seja de apenas 10 km, para urinar. Antigamente acontecia de algumas corridas não garantirem um bom abastecimento durante o trajeto, mas agora o que se vê é até o contrário, com inúmeros postos de água e isotônico, daí não ter muito sentido essa preocupação com a hidratação prévia.
9) ESQUECER DE AMARRAR FIRME O TÊNIS. Naturalmente que todo mundo sabe da importância de amarrar bem o tênis, ainda mais que se precisa prender o chip. Acontece que mesmo quando essa operação é feita com cuidado, os cadarços podem se soltar durante a competição, atrapalhando o corredor e o fazendo perder algum tempo. Isto acontece especialmente quando está chovendo ou quando se transpira muito (ou se joga bastante água no corpo), fazendo com que os cadarços se amoleçam e soltem. A solução é muito simples: basta dar um nó no cadarço, após o laço. Também existe um dispositivo para prender firme o laço, enquanto alguns preferem colocar para dentro do tênis os cadarços.
10) SE POSICIONAR O MAIS NA FRENTE POSSÍVEL. É lógico que todo mundo quer sair perto da linha de largada, para não perder tempo no momento em que o congestionamento é maior, como acontece cada vez mais em nossas corridas, especialmente as nas grandes cidades. Só que esse empenho para se posicionar na frente acaba sendo pouco producente e até perigoso, a não ser que você seja efetivamente um corredor rápido. O tempo que se perde nas largadas costuma ser inexpressivo e, além disso, as provas costumam considerar os tempos líquidos, contados apenas a partir do momento em que a pessoa passa pelo tapete da largada. E a saída entre os mais rápidos, pode acarretar uma queda e muito provavelmente alguns xingamentos ou empurrões, por estar atrapalhando os demais.
2) NÃO DESCANSAR O SUFICIENTE NA SEMANA. Apesar de existir toda uma teoria sobre treinamento, envolvendo várias fases de preparação, na prática sabe-se que a maioria dos corredores não realiza um planejamento de médio e longo prazo, com exceção, talvez, quando se tem em vista uma maratona ou um evento semelhante. Dessa forma, se a prova é de 10 km ou uma meia-maratona, o que se faz é realizar treinos mais rápidos e mais curtos ou um pouco mais longos e não tão fortes, para essas duas situações citadas como exemplo. Não é nada "científica" tal preparação, mas é corriqueira, porque acaba funcionando de alguma forma. Só que muitos costumam manter ou até intensificar os treinos na semana da prova, para não perder condicionamento, o que geralmente é um erro, pois se vai chegar na competição não devidamente descansado. Uma regra que os mais experientes logo constatam é a seguinte: treinos excelentes durante a semana, prova ruim no fim de semana. Portanto, para a próxima competição, opte por fazer a última semana leve, mesmo porque está provado que não se perde condicionamento em alguns poucos dias de descanso.
3) FAZER UM CAFÉ DA MANHÃ DIFERENTE DO HABITUAL. Esta recomendação está em todos os lugares e já é um lugar comum. Mas ao contrário de outras que vem sendo contestadas ou colocadas em dúvida (pela Contra-Relógio), como a necessidade de alongamento imediatamente antes de começar a correr ou a recomendação para se beber um copo d´água a cada 20 minutos, esta continua valendo e deve ser seguida, para que não se tenha surpresa antes da largada ou durante a prova. Com o agravante que banheiros costumam estar sempre cheios na área da concentração e raramente são encontrados no percurso...
4) USAR ROUPA OU TÊNIS NOVO. Outro alerta que se lê em todos os sites, revistas etc, mas curiosamente não costuma ser levado em conta por grande parte dos corredores, seja porque o desejo de estrear algo novo bate mais forte, ou porque não se considera tal recomendação como muito importante. É verdade que hoje em dia a vestimenta para a prática da corrida é algo especializado para dar o maior conforto possível ao esportista, assim como os tênis parecem que já vem "pré-amaciados", tal a qualidade que apresentam. Mas, mesmo assim, não vale a pena correr o risco de sofrer um incômodo durante a prova, por conta da roupa ou do calçado, recomendação válida especialmente para as mais longas, onde o problema tem mais chance de aparecer.
5) IR PARA A PROVA, COM POUCA ANTECEDÊNCIA E NÃO SABENDO PRECISAMENTE O LOCAL. Em várias cidades os participantes já conhecem bem onde as corridas costumam acontecer, mas não se pode esquecer que mudanças de trânsito, até por conta do evento, são sempre possíveis de ocorrer, daí este alerta, que merece especial atenção quando se trata de provas em outras cidades. Só quem já chegou atrasado para uma largada sabe o quanto é desagradável. Efetivamente, não é uma experiência que valha a pena passar.
6) NÃO PASSAR VASELINA. OUTRA RECOMENDAÇÃO CONHECIDA E MUITAS VEZES ESQUECIDA. Ela é indicada notadamente para os dias mais frios, para os corredores mais pesados e quando da participação em percursos longos. Além dos mamilos, sugere-se passar vaselina também entre coxas e na parte genital. Alguns gostam de usar o produto nos pés, igualmente para evitar assaduras, mas é necessário atenção para não exagerar, para que os pés não fiquem "dançando" na meia/tênis.
7) ALONGAR POR MUITO TEMPO. Este hábito já está arraigado entre inúmeros corredores, ainda mais que várias são as provas que fazem uma seção de alongamento pouco antes do tiro de largada. Como a revista mostrou em edições anteriores, esse "puxa-estica" imediatamente antes de começar a correr não traz qualquer ajuda (para evitar lesões ou para correr melhor) e pode até prejudicar a performance. O indicado é que se faça um simples aquecimento, através de trote, ou que se comece sem forçar, para ir acostumando a musculatura.
8) FICAR BEBENDO BASTANTE LÍQUIDO ANTES DA LARGADA. Da mesma forma que os alongamentos antes do começo de uma corrida, a falta do que fazer leva muita gente a ocupar o tempo ingerindo líquidos, para começar a prova "bem hidratado". O problema é que as pessoas exageram, e o resultado é a necessidade de parar no percurso, mesmo que a distância seja de apenas 10 km, para urinar. Antigamente acontecia de algumas corridas não garantirem um bom abastecimento durante o trajeto, mas agora o que se vê é até o contrário, com inúmeros postos de água e isotônico, daí não ter muito sentido essa preocupação com a hidratação prévia.
9) ESQUECER DE AMARRAR FIRME O TÊNIS. Naturalmente que todo mundo sabe da importância de amarrar bem o tênis, ainda mais que se precisa prender o chip. Acontece que mesmo quando essa operação é feita com cuidado, os cadarços podem se soltar durante a competição, atrapalhando o corredor e o fazendo perder algum tempo. Isto acontece especialmente quando está chovendo ou quando se transpira muito (ou se joga bastante água no corpo), fazendo com que os cadarços se amoleçam e soltem. A solução é muito simples: basta dar um nó no cadarço, após o laço. Também existe um dispositivo para prender firme o laço, enquanto alguns preferem colocar para dentro do tênis os cadarços.
10) SE POSICIONAR O MAIS NA FRENTE POSSÍVEL. É lógico que todo mundo quer sair perto da linha de largada, para não perder tempo no momento em que o congestionamento é maior, como acontece cada vez mais em nossas corridas, especialmente as nas grandes cidades. Só que esse empenho para se posicionar na frente acaba sendo pouco producente e até perigoso, a não ser que você seja efetivamente um corredor rápido. O tempo que se perde nas largadas costuma ser inexpressivo e, além disso, as provas costumam considerar os tempos líquidos, contados apenas a partir do momento em que a pessoa passa pelo tapete da largada. E a saída entre os mais rápidos, pode acarretar uma queda e muito provavelmente alguns xingamentos ou empurrões, por estar atrapalhando os demais.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Saiba a relação entre exercícios físicos e as dietas de emagrecimento
Para quem quer perder peso, a estratégia hoje que parece consensualmente uma das mais aceitas é a de se conciliar uma dieta para redução de ingestão calórica, com a prática de exercício físico, o que geraria um maior gasto energético. Tudo tem que ser feito de forma sem exageros, porque qualquer dieta que prometa mais de um quilo a cada duas semanas, pode ser uma mentira ou um desastre.
Um importante e detalhado estudo mostrou que as pessoas que faziam um registro de tudo aquilo que haviam comido, tinham maior perda e controle do peso no regime. As vantagens disso se mantinham mesmo que as pessoas sequer consultassem depois suas anotações! O simples ato de anotar parece fazer com que a pessoa tenha uma melhor ideia de quanto ela come. Nas pesquisas de saúde pública vemos sempre que as pessoas dizem se exercitar muito mais e comer muito menos do que realmente fazem.
Para piorar, o grande desafio pra quem quer fazer tudo sem consultar um profissional, é o baixo conhecimento médio das pessoas sobre o tema. As pessoas não sabem o quanto consumir, nem quando, nem o quê. Nem mesmo a experiência parece ser uma fonte segura, pois diversas pesquisas entre atletas e treinadores mostram que mesmo entre os de alto desempenho há um baixo conhecimento teórico sobre nutrição.
Não importando a pessoa, a sensação de sede é um excelente indicador de hidratação, mas a fome não é um indicador nada confiável de necessidade energética! Vejamos algumas armadilhas que já falamos aqui.
- A simples exposição a comerciais de fast food faz com que comamos mais;
- Algumas cidades americanas decidiram colocar valores calóricos nos cardápios das lanchonetes, mas o consumo não se alterou;
- As cadeias de lanchonetes mais “saudáveis” acabam fazendo com que as pessoas comam mais por acharem que os pratos são mais leves;
- Pratos light são erroneamente subavaliados quanto aos valores calóricos;
- Testes com “combos” de redes de fast food são muito subavaliados na quantidade calórica;
- Um homem quando acompanhado de uma mulher come mais do que sua média, enquanto ela come menos que o habitual;
- Pessoas instruídas a caminhar um pouco consumiam muito mais quando a elas se dizia que haviam feito exercício físico;
Ou seja, nossa decisão de comer ainda é muitas vezes um grande mistério sem lógica. Uma recente pesquisa da pesquisadora Dolores Albarracín, da Universidade americana de Illinois, mostra que a simples menção a campanhas de praticar exercício faz com que comamos mais, mesmo sem se exercitar. No estudo temos que as pessoas expostas a pôsteres simples com dizeres como “matricule-se em uma academia”, ou “pratique caminhada”, fez com que os estudados comessem muito mais do que os expostos a mensagens neutras! Ou seja, o simples gesto de ler algo relativo a exercício, já os fez consumir 30% mais, como se eles já estivessem treinando!
Então, preste atenção no que você come no dia a dia e o quanto faz de atividade física, para obter um equilíbrio e evitar brigas desnecessárias com a balança.
Um importante e detalhado estudo mostrou que as pessoas que faziam um registro de tudo aquilo que haviam comido, tinham maior perda e controle do peso no regime. As vantagens disso se mantinham mesmo que as pessoas sequer consultassem depois suas anotações! O simples ato de anotar parece fazer com que a pessoa tenha uma melhor ideia de quanto ela come. Nas pesquisas de saúde pública vemos sempre que as pessoas dizem se exercitar muito mais e comer muito menos do que realmente fazem.
Para piorar, o grande desafio pra quem quer fazer tudo sem consultar um profissional, é o baixo conhecimento médio das pessoas sobre o tema. As pessoas não sabem o quanto consumir, nem quando, nem o quê. Nem mesmo a experiência parece ser uma fonte segura, pois diversas pesquisas entre atletas e treinadores mostram que mesmo entre os de alto desempenho há um baixo conhecimento teórico sobre nutrição.
Não importando a pessoa, a sensação de sede é um excelente indicador de hidratação, mas a fome não é um indicador nada confiável de necessidade energética! Vejamos algumas armadilhas que já falamos aqui.
- A simples exposição a comerciais de fast food faz com que comamos mais;
- Algumas cidades americanas decidiram colocar valores calóricos nos cardápios das lanchonetes, mas o consumo não se alterou;
- As cadeias de lanchonetes mais “saudáveis” acabam fazendo com que as pessoas comam mais por acharem que os pratos são mais leves;
- Pratos light são erroneamente subavaliados quanto aos valores calóricos;
- Testes com “combos” de redes de fast food são muito subavaliados na quantidade calórica;
- Um homem quando acompanhado de uma mulher come mais do que sua média, enquanto ela come menos que o habitual;
- Pessoas instruídas a caminhar um pouco consumiam muito mais quando a elas se dizia que haviam feito exercício físico;
Ou seja, nossa decisão de comer ainda é muitas vezes um grande mistério sem lógica. Uma recente pesquisa da pesquisadora Dolores Albarracín, da Universidade americana de Illinois, mostra que a simples menção a campanhas de praticar exercício faz com que comamos mais, mesmo sem se exercitar. No estudo temos que as pessoas expostas a pôsteres simples com dizeres como “matricule-se em uma academia”, ou “pratique caminhada”, fez com que os estudados comessem muito mais do que os expostos a mensagens neutras! Ou seja, o simples gesto de ler algo relativo a exercício, já os fez consumir 30% mais, como se eles já estivessem treinando!
Então, preste atenção no que você come no dia a dia e o quanto faz de atividade física, para obter um equilíbrio e evitar brigas desnecessárias com a balança.
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